A vida é incrivelmente rápida e o
homem apavoradamente inconstante. Nossa necessidade de mudança mesmo quando
tudo parece bem é incontrolavelmente agonizante.
Todos temos a curiosidade como
ponto de partida para a vida e vem de nascimento. Quando chegamos à vida
adulta, obviamente, a curiosidade continua e quando mal usada, pode trazer
sérios danos. Tudo começa com um “e se…” e pronto. A curiosidade já está
instalada e como brinde é acompanhada da dúvida, da insegurança e do medo. As
escolhas, quase sempre são analisadas várias e várias vezes e repensadas de
tantas formas que se poderiam passar dias pensando nas atitudes que foram
deixadas de lado e nas conseqüências e sub-consequências delas, e, por várias
horas, todas parecem melhores e com mais sentido do que as que se está vivendo.
É necessário, muitas vezes, rever
as atitudes e mudar o caminho enquanto ainda se tem tempo, geralmente, quando
existem muitos fatores que realmente importam como família, dinheiro ou
bem-estar pessoal, porque ainda que mereça ninguém gosta de ser mau tratado.
A capacidade de mudança e de
adaptação é uma conseqüência da curiosidade. As pessoas têm sido camaleões
sociais. O que permite ser meio felizes em qualquer lugar. Temos que ter em
conta que a felicidade é um estado e por isso devemos aproveitar esta
felicidade 100%.
A melhor forma de encarar as
dúvidas e a insegurança, que surgem a partir da nossa curiosidade em saber como
seriam as outras opções, é unicamente por meio da fé, porém não qualquer fé, e
sim uma fé verdadeira, fé sobrenatural que nos leva a raciocinar sobre nossa
vida passada e presente para dessa forma projetarmos uma vida melhor da qual
estamos vivendo.
Pense nisso!

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